GEOLOGIA
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AMOSTRA DE CALCITA Cristais de calcita “dente de cão”, com 4 cm de largura e comprimento, incrustado sobre um cristal de galena de 5 cm de comprimento e largura, procedente da Califórnia, Estados Unidos.
AMOSTRA DE GALENA Vários cristais cúbicos de galena, com tamanhos bastante variados, crescidos sobre rocha calcárea fina com 12 cm de comprimento por 8 cm de largura, procedente da Califórnia, Estados Unidos.
AMOSTRA DE QUARTZO Cristal romboédrico de quartzo, com 3 cm de largura por 8 cm de altura, sob massa de cristais de turmalina verde, com 24 cm de largura por 4 cm de altura, procedentes de Governador Valadares, Minas Gerais, Brasil. Amostra doada pelo Presidente Getúlio Vargas ao Museu Nacional em 1940.
BRECHA SEDIMENTAR DA ANTÁRTICA 18 x 37 x 12 cm. Rocha sedimentar de idade cretácica – formação Whisky Bay, Grupo Gustav, Bacia de Larsen – coletada na praia de Bibby Point, ao norte da Ilha James Ross, durante a primeira expedição de uma equipe de geólogos e paleontólogos do Museu Nacional à Antártica, em janeiro e fevereiro de 2007.
AMOSTRA DE CALCÁRIO PISOLÍTICO DA BACIA DE SÃO JOSÉ DE ITABORAÍ 11 cm de altura. A Bacia de São José de Itaboraí, localizada no município de Itaboraí, Rio de Janeiro, é uma das menores bacias sedimentares brasileiras e um dos mais importantes jazigos fossilíferos de idade paleocênica do Brasil e do mundo. Foi descoberta em 1928 e teve seus calcários explorados até o esgotamento pela indústria cimenteira. O calcário pisolítico, litologia mais notável da bacia, não é mais encontrado em afloramento.
CONCREÇÃO CALCÍFERA (SEPTÁRIA) Ø 15 cm. As concreções calcíferas ocorrem em formas arredondadas e são encontradas em camadas argilosas. São segmentadas em compartimentos por fissuras de contração preenchidas por calcita, constituindo a septária. A coloração rósea é dada pela presença de óxido de ferro. Esta amostra foi coletada em 1870 por Antonio Carlos Melo, cientista do Museu Nacional, e provém da região entre os municípios de SãoGabriel e Alegrete, Rio Grande do Sul.
AMOSTRA DE PETRÓLEO DE LOBATO Frasco com 40 cm de altura. Vidro com amostra de petróleo do Poço de Lobato, perfurado em 1939 na Bahia, conhecido como o primeiro poço do Brasil a produzir petróleo. Embora tenha sido classificado na época da perfuração como "subcomercial", o petróleo proveniente desse poço incentivou o prosseguimento da pesquisa petrolífera na região do Recôncavo Baiano.
METEORITO ANGRA DOS REIS Sua queda, em janeiro de 1869, em frente à igreja do Bonfim, na Praia Grande, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, foi testemunhada por Joaquim Carlos Travassos e dois de seus escravos. Estes últimos recuperaram dois fragmentos a cerca de 2 metros de profundidade, um dos quais foi doado ao Museu Nacional. O meteorito Angra dos Reis deu nome a um novo grupo de meteoritos, os Angritos, considerados as rochas mais antigas do sistema solar.
METEORITO PARÁ DE MINAS - ESTRUTURA DE WIDAMANSTATTEN A amostra exibe a estrutura de Widamanstatten, típica de meteoritos metálicos quando atacados por ácido. Esta estrutura se forma em conseqüência de um resfriamento muito lento – cerca de 1º C a cada 1 milhão de anos – no núcleo de um corpo planetário provavelmente semelhante ao da Terra.
CONCREÇÃO CARBONÁTICA DA ANTÁRTICA Ø 11 cm. Concreção carbonática em arenito fino com laminações cruzadas, de idade cretácica – Membro Lachman Craigs, Formação Santa Marta, Bacia de Larsen –, coletada em Col. Crame, norte da Ilha James Ross, durante a primeira expedição de uma equipe de geólogos e paleontólogos do Museu Nacional à Antártica, em janeiro e fevereiro de 2007.